Sou secretária, falo inglês fluente, fui casada por 2 anos e não tenho filhos.
Nos meus 28 anos de vida nunca havia encontrado um homem que satisfizesse plenamente meus desejos, fantasias e carências. Sou uma mulher extremamente cuidadosa com minha aparência, afinal, minha profissão está intimamente ligada e condicionada aos aspectos e atributos do meu corpo.
Nos fins de semana faço ginástica aeróbica, minha alimentação segue uma dieta praticamente isenta de fontes gordurosas e não passo mais de uma semana sem visitar meu cabeleireiro.
Meu casamento com Ricardo iniciou uma decadência irreversível a partir do momento em que percebi que ele atendia meus pedidos como um cachorrinho atende a seu dono. Em nossas relações sexuais, se eu pedisse para chamá-lo de Pedro ou Antônio, se quisesse estar por cima durante todo o mês ou se recusasse seus chamados alegando as coisas mais absurdas e ridículas, ele não hesitaria um segundo em me atender.
Acabamos nos separando, a despeito de toda a argumentação e insistência contrária de Ricardo. Eu estava esgotada daquele relacionamento insosso e monótono, além de desiludida e desempregada.
Após cerca de 3 semanas, comecei a trabalhar num escritório de um jovem advogado, recém-formado, 24 anos. Vinícius era um homem agradabilíssimo, alto, forte, inteligente, cabelos e olhos castanhos. Mantinha um namoro há 6 meses, mas um dia confessou-me não amar realmente a namorada.
Eu me sentia fortemente atraída por ele, já não podia mais esconder. Sua presença era um alívio para a angústia que sentia interiormente, talvez um pouco pela abstinência sexual em que me encontrava.
Não me continha de ansiedade nas horas de folga, me vestia de forma cada vez mais provocante, lançava-lhe olhares cada vez mais insinuantes e se ele me pedisse para trabalhar até de madrugada todos os dias, aceitaria, desde que fosse ao lado dele, sentindo seu cheiro, ouvindo sua voz e contemplando seu peito largo e seus lábios grossos e excitantes.
Numa quinta-feira, ele consultou-me se poderia ficar até as 21:00 h, alegando que precisava terminar um processo urgente e queria que eu o revisasse e o deixasse pronto para o dia seguinte.
Aceitei com um brilho no olhar e um friozinho na barriga incomum para uma mulher com minha experiência. Por volta das 21:15 h, entrei em sua sala para entregar o processo. Para minha surpresa, ele me sorriu docemente, afinal, até ali tinha sido sempre uma pessoa extremamente cautelosa comigo.
Começamos a conversar, falei a respeito de meu extinto casamento, ele me ofereceu um drink e quando percebi, já estávamos num beijo ardente, voraz, louco... Ele me deitou em sua mesa, apagou a luz do escritório, deixando acesa apenas a lâmpada de sua mesa, me despiu com violência, quase rasgando minha roupa.
Em um segundo vi aquele macho nu em minha frente, segurando o cacete enorme, acho que de uns 20 ou 21 cm.
Eu estava atônita com seus movimentos rudes e decididos. Sugou meus seios de forma impiedosa, passou pela minha barriga e terminou em minha gruta. Subiu na mesa e praticamente impôs seu pau em minha boca.
Aquele 69 estava me deixando louca, sua vara era grossa, potente, latejava em minha língua.
Enquanto isso, sugava meu clitóris num ritmo louco, com uma vontade incrível, parecia raiva... Gozamos praticamente juntos, berrando como dois animais selvagens.
Agora é minha vez, pensei , tentando passar para cima e cavalgá-lo da forma que eu mais gostava de fazer.
Para minha surpresa, ele resistiu, me forçando a deitar-se de bruços, levantando meus quadris e numa estocada firme e vigorosa enterrando todo seu membro dentro de minha xota.
Gritei violentamente, sentindo suas bolas querendo entrar junto, não estava acostumada com todo aquele volume, o pau de Ricardo era bem menor, além do mais ele nunca colocava tudo sem eu pedir. O vai-e-vém foi breve, porém intenso e sufocante.
Ele bombava com força, enterrava tudo com decisão e energia para abaixar no meu ouvido e dizer enquanto mordia minha orelha:
Vou te foder toda, cadela!
Aquilo me deixava louca, sentia falta de ar, fechava os olhos, não podia acreditar... Aquela forma bárbara, enérgica de trepar era absolutamente inédita para mim e ao mesmo tempo em que estranhava não posso deixar de dizer que estava adorando... Gozou em cima de minhas costas, berrando junto comigo que, sentindo seu esperma quente em cima de mim, semi-desmaiada, só enxergava apenas alguns vultos na minha frente...
Depois de alguns minutos, Vinícius abriu uma pequena gaveta e pegou um tubo de pomada.
Eu estava cansada, um pouco zonza, mas percebi o que ele exatamente iria fazer. Pensei em levantar-me e vestir-me, contrariá-lo, pois nunca tinha levado no cuzinho. Ricardo tinha pedido apenas uma vez e diante da minha recusa nunca mais insistiu. Só que me faltavam forças e, acho que no fundo, estava louquinha para sentir todo aquela tora dentro de meu rabinho.
Ele deitou-se por cima de mim, beijando suavemente minha nuca, enquanto passava a pomada delicadamente em meu ânus.
Fiquei de quatro com sua ajuda e apenas tive tempo de pedir para ir com calma... Vinícius colocou a cabecinha e firmou-se em cima de mim, enfiou de uma vez, sem dó diante de um urro demorado e forte que soltei ao sentir aquele caralho me rasgando toda... Socou com mais firmeza ainda, era uma sensação deliciosa sentir suas bolas quentes batendo em meu rabo, meu cuzinho já aceitava aquela invasão rude e inesperada... Seu esperma encheu meu ânus em poucos minutos e, desta vez, desmaiei de verdade, num orgasmo fantástico, magnífico, absolutamente inesquecível...
Quando acordei, ele estava deitado ao meu lado, acariciando meu traseiro e dizendo que nunca tinha comido uma boceta e um cuzinho como aqueles... Já passava das 1:30 h quando fomos embora.
Hoje ele é um homem casado, recentemente foi papai e ampliou o escritório. Eu trabalho atualmente em uma multinacional de laticínios, casei-me novamente e algumas vezes ainda passo no escritório de Vinícius para revisar alguns processos.
Autor: jvgonzalez.
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Conto retirado da internet.
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