Fui professor do ensino médio aqui no DF, no começo das aulas ainda meio tímido, após algum tempo, comecei notar que algumas alunas não tiravam os olhos de mim, em especial, uma negra, ALICE, aproximadamente 1,60, meio gordinha, uns 75 KG, uma bunda enorme, sempre que o sinal do intervalo tocava, eu saia para a sala dos professores, e na porta lá estava ela, com um sorriso largo, o tempo foi passando e os papos fluiam naturalmente, até que um belo dia apareceu a idéia de um churrasco na casa de um dos alunos, a ALICE me convidou dizendo que seria importante a minha presença, não tive como negar, mas o que dizer para a minha namorada que não desgrudava de mim nos fins de semana?
Falei, Bruna, no sábado vou sair para trocar o carro e está muito calor, como ela é muito branca, ficou com medo do sol.
Chegou o dia do churrasco, todo mundo bebendo, comendo carne assado e eu meio que deslocado, até que ALICE vei até a mim, como uma latinha de cerveja na mão, já meio alta, daí começou a tocar aché music e ela como uma boa representante da raça negra começou a rebolar aquele bundão vestido numa calça leg colada no corpo, estaa um espetáculo.
Na hora de ir embora, todo mundo tentando se acomodar nas coronas, aí chega até mim a ALICE dizendo que não tinha ninguém que a deixasse em casa, pois era num bairro um pouco distante, então me dispus a levá-la, no caminho ela me perguntou porque eu era tão sério em sala de aula, aí fui dizer que era pelo fato de ser professor, ela me pergunta: está com pressa, respondo não, aí ela aponta para um barzinho e disse que queria tomar mais uma cerveja antes de chegar, por mim tudo bem, era novembro e estava em horário de verão, de repente na estrada ela disse para, parei o carro no acostamento, e sem mais sem menos, ela me dá um grande beijo, não resisti e comecei a beijá-la também, aí saí em direção a um motel, lá chegando, ela começou a dançar aché, sem música, aquela visão eu nunca vou me esquecer, uma calcinha branca, enfiada naquele rabão, rebolando sem parar, ajoelhou-se na minha frente e pediu para mamar, tirei a rola pra fora e ela começou a sugá-la com tanta força, que não demorou muito gozei, fomos tormar banho e lá no box começou outra chupada, passado alguns instantes meu cacete já estava duro como uma rocha, voltamos para a cama e ele ficou de quatro e disse:
Vem meu macho enfia essa pica dentro de mim, pincelei um pouco e logo meti de uma vez, foi uma foda e tanto, ela gozou umas duas veze, aí sem nem uma explicação pega o meu pau e coloca na portinha do cu, ela mesma empurrou até o talo, não agüentei muito gozei dentro daquele rabão negro e gostoso, foi maravilhoso.
Na segunda-feira, trocamos olhares como se nada tivesse acontecido. Se vc é gordinha, bunduda, muito fogosa e mora no DF.
Autor: Teo.
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Conto retirado da internet.
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